quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Livros e o troféu do 17° concurso literário Mario Quintana

📚 Ontem chegaram pra mim os livros e o troféu de 3° lugar no 17° concurso literário Mario Quintana, realizado pelo Sintrajufe/RS.

📜 No começo da pandemia encontrei diversos rascunhos de versos inacabados.

✒ Por força de circunstâncias acabei dando seguimento aos dois versos escritos a esmo numa folha.

🧊 Foi como um gole d'água quando estamos com sede.

⌨ Decidi digitar os rascunhos num arquivo e voltar a escrever versos. Comecei também a investigar os bloqueios que me faziam não acreditar no que eu escrevia.

💻 Foi assim que comecei o projeto "dissecando versos", onde falo sobre processo criativo, compartilho técnicas de escrita poética.

🗓 Como parte do projeto envolvia acreditar no que eu escrevo, apartei alguns poemas para inscrever em concursos literários.

📈 Fui agraciado com quatro classificações em concursos literários no ano de 2021.

🖋 Espero em breve voltar a postar conteúdo aqui no perfil, quero falar sobre o processo de criação destes poemas que foram classificados, desde a ideia inicial até o arremate.


#processopoético #processocriativo #concursoliterario #escritacriativa #poesia

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

17° concurso literário Mario Quintana


Recebi há pouco um e-mail me informando que classifiquei o poema "Onde a miséria expõe suas navalhas" no 17° concurso literário Mario Quintana, realizado pelo sintrajufe.

Foram mais de setecentos inscritos no concurso, que irá realizar a cerimônia de premiação na próxima semana.
Depois de um hiato de sete anos, esta já é a terceira classificação em um concurso literário neste ano.
Estas classificações de devem em partes ao conteúdo produzido, principalmente no começo, que visava uma troca de experiência sobre desbloqueio criativo e técnicas de escrita poética.

Por isso agradeço quem acompanha o perfil, curte, comenta e compartilha o conteúdo.

E um pedido de desculpas a quem segue acompanhando e curtindo as postagens, mesmo nesta fase de abandono por aqui.

Em breve pretendo dissecar o processo criativo dos poemas classificados em textos e vídeos para compartilhar aqui.

terça-feira, 5 de outubro de 2021

3° Prêmio Literário AFEIGRAF DE 2021


Hoje recebi a notícia de que tive um poema selecionado para a antologia do 3° Prêmio Literário AFEIGRAF DE 2021.

Fiquei muito feliz de saber da seleção do meu poema pra integrar a antologia entre mais de mil trabalhos inscritos, mas confesso que não lembro qual obra inscrevi no concurso.

Esse projeto que concebi há cerca de um ano atrás mais ou menos e que só comecei a de fato fazer depois de meses de procrastinação é um dos pilares desta conquista.

Comecei tudo pensando em compartilhar as técnicas de escrita que quando comecei a escrever tive que procurar nos livros de redação poética.

Ao mesmo tempo comecei a entender os bloqueios que me afastaram da escrita e fizeram meus versos adormecerem na gaveta durante anos.

Hoje compartilho esta conquista para além da vaidade autoral.

Compartilho como forma de incentivar outras pessoas que amam poesia, que sentem aquela cócega nas ideias quando se apresenta uma rima, para dizer que não desistam de escrever, não desistam de sonhar.

Durante muito tempo não acreditei no que escrevia. Ainda hoje enfrento os fantasmas dos meus bloqueios que insistem em me assombrar.

Não deixem de sonhar e escrever! Um abraço!!


domingo, 12 de setembro de 2021

concurso Lila Ripoll de Poesia 2021

Recebi a notícia de que tive um poema selecionado no concurso Lila Rippol de poesia, realizado pelo departamento de cultura da Assembleia Legislativa do RS.

Sinto-me honrado de ter uma obra escrita durante esse período de pandemia, no dorso deste projeto, selecionado para esse certame que carrega o nome de tão nobre autora.


domingo, 1 de agosto de 2021

E X P R E S S Õ E S


O eu-lírico na poesia cumpre o papel de um alter ego, onde o poeta pode se desprender até mesmo das suas próprias convicções para alcançar efeitos poéticos.

Retomo o assunto porquê quando comecei a escrever eu passei pelo processo de em algumas situações forçar o meu eu-lírico a usar bota e bombacha.

De que forma isso acontecia na prática? Eu acabava transformando substantivos que remetem ao universo regional em adjetivos nos meus versos.

Por exemplo, se estava escrevendo sobre devaneio e sonho, usava a expressão “sonho potro" apenas para demarcar um território da linguagem regional.

Neste caso a palavra potro não entra como símbolo ou imagem, sendo que em alguns casos foge do contexto sem atribuir uma dimensão poética para o texto.

O leitor vai se questionar ao longo da leitura “por que o sonho é potro? Por que o amor é aragano?”, por exemplo. E as respostas a estas perguntas devem ter ao menos um sentido poético.

Assim como o excesso de adjetivos enfraquece o texto, os substantivos transformados em adjetivos num processo de demarcação da linguagem regional podem fazer a obra soar forçada.

Além disso, torna-se uma leitura cansativa quando se empilham expressões regionais sem atribuir qualquer sentido a elas.

domingo, 23 de maio de 2021

B A N C O S


 

Tornar a escrita uma prática diária é um desafio. Nem sempre dispomos de tempo ou ideias quando estamos diante da folha em branco.

 

Um método que acabei por adotar de outras áreas da escrita que andei estudando durante a pandemia, é o chamado banco de ideias, que para a escrita poética adaptei como o banco de versos e o banco de estrofes.

 

Desde que comecei a escrever adotei a prática de colecionar frases que me pareçam ter um potencial poético, pode ser uma junção aleatória de palavras que desperte sentidos poéticos e/ou que se encaixe em alguma métrica, sua sonoridade, enfim.

 

Porém, agora em vez de escrever em folhas avulsas dispersas ou em incontáveis arquivos no computador, estão todos os versos em um único arquivo, organizados conforme o número de sílabas métricas que mais costumo usar (12, 10, 7 e 5).

 

Quando estou querendo escrever, mas não há nenhuma ideia rondando meus pensamentos, recorro ao banco de versos para tentar dar continuidade a algum verso, ou mesmo escrever um verso novo.

 

Tento escrever ao menos um verso por dia, ou dar continuidade a algum verso solto até se tornar uma estrofe e então ser promovido para o banco de estrofes, que é um arquivo que segue a mesma lógica do banco de versos.

 

Quando um conjunto de estrofes ganha corpo, são apartadas para um arquivo autônomo (isso costuma acontecer após a quinta estrofe escrita, mas não é uma regra). Em alguns casos já saem do banco de estrofes batizadas.

 

Esse método ajuda a manter uma rotina de escrita, além de evitar aquele sentimento de angústia diante da folha em branco, afinal de contas, estamos diante de um campo repleto de sementes no banco de versos.

 

Não é preciso esperar que a primavera da inspiração traga a florada dos versos, basta que a cada dia se vá regando um pouco as sementes.

quarta-feira, 19 de maio de 2021

P R O J E T O

 

O livro “O caminho do artista” não só me ofereceu ferramentas para trabalhar com meus bloqueios, mas também propôs a construção de um fluxo de criação através do compartilhamento de conhecimento sobre o próprio processo criativo.

 

Lembrei de quando comecei a escrever e percebi que embora conceitos basilares da poesia como verso, métrica, estrofe, etc estejam disponíveis em livros de literatura (e hoje na internet), não são temas muito populares, sendo necessário garimpar atrás deles.

 

Foi assim que surgiu a ideia de criar um perfil onde compartilharia esse conhecimento, porém usando como exemplo os poetas do movimento nativista que foram uma referência no tema pra mim.

 

A ideia inicial era postar apenas matéria técnica, mas entendi que haviam vários textos onde refletia sobre o meu processo criativo e de outros autores que poderia ser interessante para a criação deste fluxo criativo.

 

Ao vencer crenças que limitavam a minha criatividade comecei aos poucos a racionalizar parte do processo, utilizei ferramentas de escrita de outras áreas (comédia, roteiro, etc) para implementar uma rotina de escrita.

 

Produzir conteúdo para esse perfil trouxe a leitura de poesia novamente ao meu cotidiano, hábito que havia abandonado devido as atribulações profissionais.

 

Além de estar lendo poesia com frequência de novo, estou racionalizando o processo criativo com mapas mentais, repositório de versos e estrofes, entre outras ferramentas visando criar uma rotina de escrita poética.

 

O meu projeto, além de compartilhar informações sobre o processo criativo poético é escrever um livro de poesia.

 

Esse na verdade é um projeto bem antigo que eu tenho, mas durante muito tempo coloquei a responsabilidade de escrever os poemas na mão da inspiração.

 

Quando terminei de digitar todos os rascunhos que tinha guardado e tirei a foto daquele amontoado de papeis amassados eu pensava: ainda tenho muita coisa pra dizer.

 

Pretendo compartilhar parte desse processo aqui, porém sempre tentando manter a proposta inicial de compartilhar ferramentas de escrita.

Livros e o troféu do 17° concurso literário Mario Quintana

📚 Ontem chegaram pra mim os livros e o troféu de 3° lugar no 17° concurso literário Mario Quintana, realizado pelo Sintrajufe/RS. 📜 No com...